Tenho selecionado alguns cases da minha trajetória para compartilhar por aqui. A proposta é revisitar marcas icônicas e, sobretudo, dividir o olhar estratégico por trás das ações de Relações Públicas e Assessoria de Imprensa.
Na última semana, contei como nasceu uma pauta aparentemente fora do radar das efemérides e da agenda de notícias tradicionais. Agora, trago o case de uma marca amplamente conhecida — não apenas pelo sucesso no franchising, mas também pelo irresistível cheirinho de castanhas glaceadas. Nos holofotes desta vez: a querida Adriana Auriemo e a rede Nutty Bavarian.
Como transformar uma marca já conhecida em seu nicho para a grande imprensa de negócios.
A Nutty Bavarian já era figura carimbada nos principais veículos voltados ao universo PME e franquias. Tinha presença consolidada no trade e um histórico reconhecido de expansão. Mas ainda faltava algo: romper a bolha e alcançar espaços estratégicos na grande imprensa de negócios, aqueles que posicionam marcas além do setor.
Foi aí que a chave virou.
Em vez de insistir em números e formatos já explorados, o foco se deslocou para quem estava por trás da operação: Adriana Auriemo. E com isso, uma nova história começou a ser contada.
Empresária arrojada, Adriana comanda a marca a mais de 19 anos. Ela não se acomodou no título de herdeira — tratou de fazer seu próprio nome dentro e fora do mercado de franquias. Mas a pergunta que norteou a estratégia foi: qual mídia fala com esse perfil?
O ano era 2019 e o caminho apontou para a Veja São Paulo, mais especificamente para a coluna Terraço Paulistano, onde histórias de sobrenomes fortes, enraizados na capital, ganham espaço — não apenas pelo nome, mas pela trajetória por trás dele. E foi assim que o sobrenome Auriemo se tornou o fio condutor de uma nova narrativa para a Nutty Bavarian.
A partir dali, o efeito foi imediato. A matéria abriu portas para inserções em veículos como CBN, Valor Econômico e outras mídias que até então não faziam parte de sua clipagem.
Mais do que uma conquista pontual, foi uma virada de posicionamento. Porque, muitas vezes, a pauta está ali, latente — não no produto, mas na coragem de quem decide escrever sua própria história com autenticidade.
Meu trabalho foi compreender a nova narrativa a ser explorada, a escolha da mídia que pautaria outras mídias e um follow-up milimétrico e preciso que esticaria a curiosidade por trás da marca.
A matéria você confere neste link abaixo.
https://lnkd.in/dbpUpyNX
É você já imaginou sua história ocupando espaços que antes pareciam distantes? É disso que se trata a assessoria de imprensa estratégica.






